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Exploração e Produção

Comprovada nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas na Bacia de Sergipe-Alagoas

Poço está localizado a 85 km do município de Aracaju e a cerca de 35 km a sudoeste da acumulação de Barra, onde foi perfurado o poço 1-SES-158

A Petrobras comprovou a ocorrência de petróleo e gás de boa qualidade no bloco BM-SEAL-10, em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas. Esse bloco é parte da concessão SEAL-M-499, operado pela Petrobras com 100% de participação.
A descoberta ocorreu durante a perfuração do poço 1-BRSA-1088-SES (1-SES-168), informalmente conhecido como Moita Bonita e situado em águas onde a profundidade é de 2.775 metros.
Localizado a 85 km do município de Aracaju, o poço está a cerca de 35 km a sudoeste da acumulação de Barra, onde foi perfurado o poço 1-SES-158, que revelou a primeira descoberta significativa de gás em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas. Ainda nesta Bacia a Petrobras anunciou, no dia 22/08, a conclusão da perfuração do poço de extensão de Barra, o 3-SES-165 (Barra 1), também portador de petróleo e localizado a cerca de 30 km do poço Moita Bonita.
A descoberta de Moita Bonita foi constatada por indícios de petróleo identificados durante a perfuração do poço, pela análise dos perfis e por amostras de fluidos recuperadas em testes.
A partir da profundidade de 5.070 m foi verificada uma coluna de hidrocarbonetos (petróleo e gás) de cerca 300 m, dos quais 52 m são formados por arenitos porosos portadores de petróleo leve, gás e condensado.
A companhia dará continuidade aos estudos da área, incluindo a análise dos dados de rocha e fluido obtidos nesse poço, com objetivo de apresentar o Plano de Avaliação de Descoberta para a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
 
 
Att,


Carlos Guedes

Após as chamas, plataforma afunda no mar


Data: 26/04/2010 15:11
Só restou fumaça e mistério. A plataforma que explodiu na madrugada de quarta-feira já não faz parte do horizonte do Golfo do México. A estrutura afundou depois de ser consumida pelas chamas por horas a fio. E o motivo da explosão ainda é desconhecido.

Carolyn Kemp, avó de Roy Wyatt Kemp, 27 anos, um dos 11 desaparecidos, recebeu ontem uma notícia que reduz suas esperanças:
– Eles suspeitam que os homens que se encontravam na plataforma morreram. É a mais recente informação que temos – lamenta, lembrando que o neto estava nesse local.

De acordo com a Guarda Costeira americana, 126 trabalhadores estavam na plataforma no momento da explosão, e 115 conseguiram escapar. A Guarda segue a busca pelos desaparecidos.
As equipes de emergência não conseguiram controlar o fogo, que formou uma enorme coluna de fumaça nos céus do Golfo do México. A plataforma estava derramando 42 mil litros de petróleo, mas o fogo e a fumaça impediam as equipes de enviar os equipamentos necessários para tampar o escape.

Autoridades temem derramamento de petróleo

O acidente ocorreu em frente à costa do Estado americano da Louisiana, a cerca de 75 quilômetros da cidade de Venice. Segundo o jornal americano The Washington Post, o presidente Barack Obama ordenou às agências do governo que utilizassem todos os recursos disponíveis nas buscas e cuidado com a plataforma destruída, acionando inclusive a Agência de Proteção Ambiental. As autoridades americanas temem que, após afundar, a plataforma possa provocar um grande derramamento de óleo.

A plataforma Deepwater Horizon tinha uma superfície de 132 metros de comprimento por 85 de largura e podia perfurar a uma profundidade de mais de oito quilômetros. Ela pertencia à empresa suíça Transocean Ltd e extraía petróleo para a British Petroleum (BP).

Exploração no Brasil entra na lista de prioridades da Shell no mundo

Por Redação
Fonte: Valor Econômico
Data: 20/04/2010 14:35
Segunda maior produtora de petróleo no país, bem atrás da Petrobras mas com 117 mil barris produzidos por dia, a Royal Dutch Shell lista hoje o Brasil como uma área estratégica para a companhia. O Parque das Conchas, no bloco BC-10 (em águas profundas da parte capixaba da bacia de Campos), é atualmente um dos maiores da empresa anglo-holandesa no mundo.
O projeto está hoje ao lado de investimentos gigantescos da Shell como Sakhalin II (o maior do mundo para exploração e produção de gás para exportação da Rússia) e Catargas4 (de liquefação de gás no Catar) só para mencionar alguns dos nove principais projetos que vão garantir o aumento da produção da multinacional nesta década.
Vice-presidente para Américas da Shell Exploração e Produção, o americano Marvin Odum, disse ao Valor que depois de seis meses de operação, a produção no Parque das Conchas está acima das expectativas.

Ele mostrou surpresa quando informado de algumas especulações recentes de que a empresa estaria preparando sua saída do país na área de exploração e produção de petróleo. Ele menciona o programa de exploração da companhia, que deve receber novas sondas de perfuração, e diz que tem interesse em mais áreas.

Com cerca de US$ 3 bilhões aplicados no país desde 2002, quando começou a investir nos campos Bijupirá-Salema - dois campos descobertos pela Petrobras em 1990 onde a Shell produz atualmente 30 mil barris por dia de óleo pesado na bacia de Campos -, a Shell planeja perfurar dez poços no país até o fim de 2011, dois deles no pré-sal das bacias de Campos e Santos. O primeiro resultado deve ser conhecido em maio, quando a empresa pretende atingir o pré-sal em Nautilus, um dos cinco reservatórios encontrados no pós-sal do Parque das Conchas.

Outro poço da multinacional no pré-sal será perfurado no bloco BM-S-54. Para cumprir esse programa a companhia vai reservar duas ou quatro sondas de perfuração para o Brasil, informa Marco Brummelhuis, vice-presidente de desenvolvimento da área de Exploração e Produção Américas.

Odum diz que o resultado das próximas perfurações vai dizer que tamanho a operação da Shell terá no país nos próximos anos. Atualmente o Brasil é responsável por cerca de 2% da produção total da companhia, que é de 3,3 milhões de barris por dia, considerando que nem toda a produção fica com a empresa.

A empresa é a operadora dos dois sistemas de produção mas tem como sócias a Petrobras (35%) e a indiana ONGC (15%) no BC-10 e a Petrobras, com 20%, em Bijupirá-Salema. A parte da Shell é toda exportada.

A anglo-holandesa aplicou novas tecnologias no Parque das Conchas, entre elas a instalação de geradores com capacidade de gerar 68 megawatts (MW) de energia na plataforma flutuante FPSO Espírito Santo.

Bombas elétricas de 1.500 Hp alimentam sistemas de separação e bombeio em alta pressão que ajudam a extrair o petróleo pesado facilitando o percurso de 1.800 metros até a plataforma. O gás natural produzido junto com o óleo é bombeado para dentro do reservatório Ostra para reduzir a queima de gás e emissões de CO2. A tecnologia é tão nova que será adotada no desenvolvimento do campo Perdido, no Golfo do México, onde a Shell obteve o recorde de produção em águas ultraprofundas.

Animado com as perspectivas no país, Odum afirma que prefere não comentar as mudanças regulatórias no setor que estão em votação no Congresso brasileiro. Ele diz que sobre isso quem tem de responder é o Brasil. O executivo acha que o sistema atual teve muito sucesso em atrair investimentos e diz que sua " expectativa pessoal " é de que o Brasil continue atraindo as companhias internacionais do setor. Mas pondera que, para isso, será necessário dar continuidade aos leilões de áreas da Agência Nacional do Petróleo (ANP) no pós-sal.

" Independentemente das mudanças no pré-sal, é importante para a indústria que ocorram novos leilões. Essa indústria tem um ' momentum ' em que as empresas dedicam investimentos, pessoal, tecnologia e foco, desenvolvendo fornecedores locais. E o timing da próxima rodada do pós-sal é importante também " , enfatiza.

Questionado se a Shell aceitaria contratos de partilha de produção, o executivo disse que a companhia
trabalha com esse tipo de contrato em várias partes do mundo. Contudo, é preciso conhecer os contratos,
que no caso do Brasil ainda não estão disponíveis, já que a nova legislação ainda não foi aprovada. " Atuamos de forma global e participamos de partilha em vários países. É um sistema com o qual podemos trabalhar, mas os detalhes realmente podem fazer toda a diferença nesse caso. E atualmente os detalhes não estão claros para nós " , afirma.

Indústria naval: Encomendas de construção e reformas de navios superam R$ 10 bilhões

Por Redação
Fonte: Valor Econômico
Data: 01/04/2010 14:48
 A construção de petroleiros, gaseiros, embarcações de apoio e plataformas, além de reforma e modernização de navios e estaleiros, serão responsáveis por investimentos vultosos nos próximos anos no Rio de Janeiro. Dez dos principais e maiores estaleiros do Estado estão com uma carteira de pedidos novos e em andamento que somam R$ 10,57 bilhões. Esse montante não é apenas de investimentos de estaleiros em si, mas de armadores, cujas encomendas foram realizadas nos últimos anos.

"A indústria naval do Rio vive um de seus melhores momentos. Não só pelo número de encomendas feitas pela Petrobras e Vale, mas também por pedidos de companhias internacionais", afirma Cristiano Prado, gerente de infraestrutura e novos investimentos da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O setor está tão aquecido, diz ele, que deve manter-se assim ao longo das próximas duas décadas, principalmente por causa da exploração dos reservatórios da camada pré-sal.

A Petrobras precisa de 45 novas plataformas de exploração, perfuração e produção de petróleo para atender campos de pré-sal. Cada uma das plataformas exige pelo menos dois navios de apoio, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). Isso quer dizer que, nos próximos anos, haverá uma demanda adicional de 90 embarcações desse tipo, além dos 146 já previstos anteriormente pela estatal. Ainda de acordo com o Sinaval, a Petrobras precisa de outros 70 navios petroleiros para atender às necessidades da companhia.

"Este é o momento onde as oportunidades propiciadas pela abertura de novas fronteiras, como os reservatórios de óleo e gás no pré-sal, impõem uma resposta decidida por parte da indústria naval para enfrentar os desafios tecnológicos e econômicos", diz Domingos D Arco, presidente do estaleiro Mauá, a primeira empresa do setor no Brasil, que iniciou suas atividades em 1846.

Levantamento recente do Centro de Estudos de Gestão Naval (CEGN), da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), aponta que, hoje, existem encomendas anunciadas pela Petrobras e por outros armadores brasileiros de mais de 350 embarcações. Em dezembro de 2009, só o Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (FMM) aprovou prioridades para a construção de 253 navios (R$ 8,9 bilhões) e a implantação e modernização de 17 estaleiros (R$ 2,3 bilhões).

Não é só a intensificação da exploração de petróleo que aqueceu o setor no Rio, berço da indústria naval do país. A estabilidade e a expansão da economia e o crescimento do transporte de cabotagem, por exemplo, fizeram com que cerca de 20 estaleiros fossem reabertos no Estado. Essa movimentação significou a criação de milhares de empregos no setor e a geração de oportunidades na cadeia de fornecedores da indústria da construção naval. Cada estaleiro reaberto representa pelo menos 3 mil empregos diretos, de acordo com Prado, da Firjan.

Atualmente, a indústria nacional de construção naval emprega diretamente quase 47 mil pessoas. Considerando os empregos indiretos da "indústria de arraste" (fornecedores de máquinas e equipamentos e de serviços, entre outros), o número de trabalhadores no setor no Brasil passa dos 200 mil. Além disso, os diversos tipos de incentivos disponíveis no momento favorecem a indústria naval. Entre eles, isenções fiscais, financiamentos a estaleiros e armadores e um Fundo de Garantia à Construção Naval (FGCN).

Só o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem uma carteira de mais de R$ 18 bilhões entre projetos aprovados, em análise e em perspectiva na área naval ligada à indústria de petróleo e gás. Os recursos do BNDES e de outros agentes financeiros estatais, como o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste, para a indústria naval vêm do Fundo da Marinha Mercante (FMM), fonte de financiamento de longo prazo para o setor.

Apesar da efervescência do setor, que fez com que os principais estaleiros do país associados ao Sinaval terminassem 2009 com um faturamento de quase R$ 5 bilhões, existe uma série de obstáculos a serem superados. Entre os problemas, o estudo da CNEG cita a baixa produtividade dos estaleiros, a defasagem tecnológica do país, os problemas relacionados à gestão da produção, a inexistência de uma rede articulada de fornecedores locais e a indefinição de uma estratégia de desenvolvimento para a indústria nacional de transporte aquaviário.

Vários estaleiros, entre eles o Mauá, STX Brazil Offshore, Aliança e o São Miguel têm investimentos previstos para expansão ou construção de novas unidades de produção. O Mauá separou R$ 160 milhões para a expansão e modernização de sua planta industrial. "Estamos investindo cada vez mais na modernização das instalações e na formação de mão de obra para atender futuras encomendas", diz D´Arco, presidente do estaleiro.

O Aliança investirá R$ 69 milhões na ampliação da sua planta industrial e na construção de unidade de processamento de aço em São Gonçalo. No mesmo local, o estaleiro São Miguel erguerá uma nova planta de R$ 47 milhões.

O Eisa segue caminho semelhante. A unidade da Ilha do Governador receberá investimentos para atender à demanda de quatro navios Panamax de 75 mil TPB (toneladas de porte bruto ou capacidade de carga do navio somada ao seu peso) da Transpetro. A encomenda aguarda apenas a aprovação do financiamento do BNDES.

A STX Brazil Offshore, por sua vez, investirá US$ 100 milhões num estaleiro que deve começar a ser erguido este ano no Rio.


Fonte: Valor Econômico/ Vladimir Goitia, para o Valor, de São Paulo

OGX mais descobertas!!!

by Carlos Guedes | 00:41 in | comentários (0)

OGX mais descobertas!!!

OGX e as novas descobertas...

Mais uma descoberta anunciada pela OGX (braço exploratório grupo EBX), desta vez em poço situado no bloco BM-C-41 em águas rasas na BC. E 100% controlado pela OGX, fica a 77 km da costacom lâmina dágua de 130m aproximadamente.
Vale relembrar as descobertas da OGX em outubro nos blocos BM- S -29 (Bacia de Santos) e BM- C -43 (Campos).
Parabéns a OGX e que seu ritmo continue assim conforme seu plano de negócios!!!
(fonte: Jornal do Comércio /Lucas Vettorazo)

Megacalculadora para a Petrobrás

Para efeito de conhecimento e curiosidade, vi essa matéria no B2B Magazine, e achei legal compartilhar para mostrar o poderia tecnológico da Petrobrás. Isso mostra que na Indústria de Petróleo não é feita apenas de de Plataformas e Brocas, existe toda uma infra-estrutura gigantesca por trás que dá todo suporte para as atividades abrindo um mercado de oportunidades gigantesco

Para fazer simulações geofísicas e aprimorar a visualização de camadas geológicas do subsolo que devem suportar exploração e produção de petróleo, é preciso uma máquina robusta para fazer as contas. E a Bull fornecerá uma unidade do tipo para a Petrobras. Na última quarta-feira (18/11), a fornecedora de TI europeia anunciou que venceu a concorrência pelo novo supercomputador da companhia brasileira.

O supercomputador da Petrobras tem potência acima de 250 teraflops. Flop é a unidade utilizada para determinar o desempenho de uma máquina em cálculos científicos com pontos flutuantes. Uma calculadora simples, com quatro operações, tem dez flops. Um teraflop equivale a essa unidade elevada à potência 12.

O equipamento será uma das primeiras máquinas a serem instalados no datacenter da Petrobras, em construção Cidade Universidade do Rio de Janeiro. No momento da sua instalação, será um dos maiores computadores da América Latina. A compra faz parte do plano de negócios da companhia petrolífera – maior empresa brasileira –, que deve investir US$ 174,4 bilhões até 2013.

Câmara aprova a criação da Petro-Sal

BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados aprovou ontem o projeto de lei que autoriza o governo a criar a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S A - o primeiro do marco regulatório da exploração do petróleo da área do pré-sal. Foram 250 votos a favor e 67 contra. DEM, PSDB e P-SOL rejeitaram a proposta, por considerar a empresa " inútil " e " cabide de emprego " .


Considerada pelos governistas como " os olhos do governo no pré-sal " , a nova empresa pública será responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos localizados na nova província petrolífera. Caberá também a ela gerir os contratos para a comercialização do produto.

Para continuar a ler a reportagem, clique aqui

SINAVAL - Recursos Humanos na Indústria Naval

Visitando o site do SINAVAL, Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore, achei um espaço muito interessante que não sei se vocês já conhecem, mas se não conhecessem, gostaria de compartilhar com vocês.

É o espaço BIBLIOTECA, onde é dividido pelos seguintes tópicos:
  • Informações do Setor: O Leitor encontrará informações importantes sobre o setor naval, história, capacidade produtiva e etc. Muito interessante.
  • Cenários: O Leitor encontrará apresentações sobre os Cenários presente e futuro da Indústria, suas perspectivas e expectativas.
  • Multimídia: Fotos e Vídeos Relacionados à Indústria Naval e Offshore.
  • Documentos: São artigos em geral de conhecimentos desde o novo Marco Regulatório até sobre os Recursos Humanos na Indústria Naval, documento este que disponibilizo para vocês agora.

Oportunidades em Vista - Previsão de mais cinco refinarias

Com a descoberta do pré-sal no Brasil, a Petrobras terá um excedente de produção em relação ao refino mesmo com a construção das novas refinarias já anunciadas, explicou ontem o diretor da Área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, durante o seminário Global Energy, no Rio de Janeiro. Assim sendo, no plano estratégico 2009-2013 a previsão é de que sejam construídas mais cinco refinarias no País.

Clique aqui para ver a matéria completa

Anunciada nova descoberta de petróleo em Angola


A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola, Sonangol E.P. e a Petrobras anunciam uma nova descoberta de petróleo realizada pelo poço Manganês-01, perfurado no Bloco 18/06, em águas profundas, localizado a 200 quilômetros da cidade de Luanda, capital do país africano.
Perfurado numa lâmina de água de 1500 metros, o poço Manganês-01 comprovou a existência de reservatório de excelente qualidade numa coluna de 82 metros em reservatórios arenosos de idade Miocênica. Em operações de teste, foi produzido petróleo de cerca de 20 graus API, com altas vazões e excelente índice de produtividade.
A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) é a concessionária do Bloco 18/06. A Petrobras é operadora do bloco, com participação de 30%; Sonangol Sinopec International Limited (SSI), 40%; Sonangol P&P, 20%. Geminas, 5%; e Falcon Oil, 5%.
Petrobras em Angola
A Petrobras está presente em Angola desde 1979 e é hoje uma das maiores operadoras de blocos exploratórios no país, considerado atualmente um dos grandes produtores de petróleo do mundo. A companhia opera três blocos exploratórios (Blocos 18/06, 6/06 e 26) e participa, como não-operadora, em outros três consórcios (Blocos 2/85, 15/06 e 34).
A atuação da Petrobras em Angola está alinhada ao seu Plano Estratégico, que classifica o país como uma das regiões estratégicas para o foco de sua ação internacional.

Descoberta de óleo leve na Bacia de Campos


A Petrobras concluiu a perfuração do poço exploratório de extensão 3-MA-32A, em águas rasas, em nova área produtora que se estende para Norte do Campo de Marimbá, na Bacia de Campos (pós-sal).
Foi constatada a presença de óleo leve (29º API) em reservatórios com espessura de 30 metros e com boas características de porosidade e permeabilidade. O volume recuperável de óleo é estimado em 25 milhões de barris. Esta nova descoberta aumentará em 27% o volume recuperável do campo de Marimbá.
O sucesso decorreu da revisão do modelo geológico da área e da aplicação de novas técnicas de interpretação de dados sísmicos.
Como no local já existe infraestrutura de produção instalada, a previsão é que o novo poço seja interligado à plataforma P-8 e entre em produção até agosto do próximo ano.
A descoberta é fruto da estratégia de intensificar a exploração de novas áreas produtoras próximas às unidades já instaladas, para aproveitar a capacidade das instalações existentes, diminuir custos de produção da Companhia e agilizar a produção de novos volumes de óleo.


Carta Capital: fim de CPI permitirá pensar em “questões energéticas sérias”


A edição desta semana da revista Carta Capital chama a atenção em sua coluna A Semana,  “O Brasil tem, mas não para abusar”, para o fato de que o relatório final da CPI será apresentado em dez dias e avalia  que, dessa maneira, esse “falso problema” poderá ser arquivado e a mídia e o público poderão concentrar a atenção em “questões energéticas sérias”. A revista menciona que a oposição resolveu abandonar a CPI no mesmo dia da publicação do relatório que prevê que, em 2030, o Brasil passará de 15º para o 6º  produtor mundial de petróleo.

Gás natural, a desinformação continua: carta ao JB


Sobre o artigo  “Gás Natural: o desperdício continua”, de (15/11) do JB, a Petrobras esclarece que entre 1999 e 2008, período no qual a produção de petróleo e gás da Companhia cresceu mais de 60% – de aproximadamente 1,3 milhão para 2,15 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boepd) – o volume de gás queimado, em boepd, reduziu-se de 2,9% para 1,7%. Ou seja, a empresa diminuiu a queima de gás enquanto aumentava a produção de petróleo, o que representa um importante aumento do aproveitamento do gás. O volume de gás queimado hoje é da ordem de 6 milhões de metros cúbicos por dia e está dentro dos padrões aceitos internacionalmente.
Nos últimos anos a Petrobras tem investido na  malha de gasodutos para intensificar o transporte do gás. Ao contrário do que foi publicado o gasoduto Urucu-Coari-Manaus tem 661 km de extensão, e não 383 km. Além disso, estão em andamento obras para instalação de 2.437 km de dutos em outras regiões. Esses investimentos demonstram o quanto a empresa considera o gás natural um produto estratégico para os seus negócios, cada vez mais valorizado no mercado doméstico e internacional.
Especificamente sobre o gás associado produzido por suas plataformas, sua redução é um objetivo permanente da empresa, que tem o maior interesse em aproveitar ao máximo o gás associado. A meta do Plano de Negócios é aproveitar 92% do gás produzido até o final de 2010. Finalmente, é importante frisar que não existe produção de petróleo sem queima de gás, que ocorre, em primeiro lugar, por questão de segurança.

Indústria naval em alta

by Carlos Guedes | 17:01 in | comentários (0)

Indústria naval em alta


A recuperação da indústria naval brasileira foi abordada nos jornais O Dia e Jornal do Commercio desta segunda-feira (16/11). O Globo também tratou do assunto em reportagem publicada no domingo (15/11).

No  Jornal do Commercio , a matéria traz o desafio de produção nas áreas já licitadas no pré-sal e as oportunidades para a indústria naval e offshore. O artigo em  O Dia diz que os indicadores positivos no setor são resultados da decisão política da Petrobras de construir, no país, equipamentos e embarcações. Já  O Globo fala sobre o Programa de Modernização e Expansão de Frota da Transpetro.

Quarto poço confirma potencial do pré-sal de Tupi


A Petrobras concluiu a perfuração do quarto poço na área do plano de avaliação de Tupi e o resultado reforçou as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal daquela área, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos.

O poço, denominado 3-BRSA-755A-RJS (3-RJS-662A), está localizado em profundidade de água de 2.115 metros, a cerca de 265 km da costa do Rio de Janeiro e 18 km a nordeste do poço descobridor 1-RJS-628 (1-BRSA-369), conhecido como Tupi.
Foi perfurada uma espessa seção (cerca de 250 metros) de reservatórios onde foi encontrado petróleo leve (cerca de 28º API), amostrado por testes em profundidades a partir de 4.900 metros. Está previsto para as próximas semanas o início dos testes de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios.
O Consórcio, formado pela Petrobras (65% – Operadora), BG Group (25%) e Galp (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e investimentos previstos no plano de avaliação aprovado pela ANP. O plano prevê, além do teste de formação a ser realizado no referido poço, a perfuração de outros poços na área.


Quarto poço confirma potencial de Tupi

Fonte: Agência Petrobras
Data: 13/11/2009
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A Petrobras concluiu a perfuração do quarto poço na área do plano de avaliação de Tupi e o resultado reforçou as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal daquela área, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos.


O poço, denominado 3-BRSA-755A-RJS (3-RJS-662A), está localizado em profundidade de água de 2.115 metros, a cerca de 265 km da costa do Rio de Janeiro e 18 km a nordeste do poço descobridor 1-RJS-628 (1-BRSA-369), conhecido como Tupi.


Foi perfurada uma espessa seção (cerca de 250 metros) de reservatórios onde foi encontrado petróleo leve (cerca de 28º API), amostrado por testes em profundidades a partir de 4.900 metros. Está previsto para as próximas semanas o início dos testes de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios.


O Consórcio, formado pela Petrobras (65% - Operadora), BG Group (25%) e Galp (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e investimentos previstos no plano de avaliação aprovado pela ANP. O plano prevê, além do teste de formação a ser realizado no referido poço, a perfuração de outros poços na área.

Brasil poderá ser 6º maior produtor de petróleo em 2030

BBC - 11/11/2009

Ciclo do ouro negro


Um relatório anual da AIE (Agência Internacional de Energia) prevê que, graças às descobertas das novas reservas de petróleo na camada pré-sal, o Brasil passará a ser o sexto maior produtor mundial de petróleo em 2030, com 3,4 milhões de barris diários - atrás apenas de Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Irã e Canadá.

Segundo o relatório World Energy Outlook 2009 ("Panorama da Energia Mundial", em tradução livre), o país é o terceiro com o maior aumento percentual previsto na produção de petróleo, de 2,9% ao ano, entre 2008 e 2030.

O aumento da produção ficaria apenas atrás do aumento anual de 4,8% esperado para o Iraque, graças principalmente aos investimentos para a exploração das reservas já existentes, e dos 5,4% de aumento anual previstos para a produção canadense.

O mais recente levantamento The World Factbook, compilado pela CIA (a agência de inteligência americana), indica que o Brasil ocupa atualmente a 13ª posição no ranking mundial de produtores, com produção diária de cerca de 2,4 milhões de barris.
Queda no consumo de petróleo

A AIE espera um aumento anual de cerca de 1% na demanda global por petróleo até 2030, apesar de uma queda na demanda entre os países desenvolvidos.

De acordo com o relatório da organização, o consumo global de energia deve cair pela primeira vez em 2009 desde 1981, por conta da crise econômica global.

Mas a agência diz que, mantidas as atuais políticas de desenvolvimento, o consumo retomará rapidamente sua tendência de alta no longo prazo, acompanhando a recuperação econômica.

O relatório prevê um aumento anual de 1,5% no consumo de energia mundial entre 2007 e 2030, totalizando um aumento total de 40% no período.

Os principais motores desse crescimento da demanda, segundo a AIE, seriam os países da Ásia (incluindo a China e a Índia), seguidos dos países do Oriente Médio.

Apesar do crescimento da produção de energias alternativas mais limpas, a AIE prevê que o petróleo continuará como a principal fonte de energia mundial até 2030 - a participação do petróleo deverá cair apenas de 34% para 30% no consumo total de energia.

10,5 trilhões pelo meio ambiente

O relatório da AIE faz ainda um alerta sobre como o mundo deverá enfrentar as mudanças climáticas.

De acordo com a agência, o mundo precisará investir US$ 10,5 trilhões no setor de energia entre 2010 e 2030 para atingir o objetivo de limitar as emissões globais de gases do efeito estufa e impedir um aumento das temperaturas mundiais em mais de 2ºC.

O relatório adverte que cada ano de atraso na obtenção de um acordo para limitar as emissões somaria US$ 500 bilhões no custo total desses investimentos.

Ainda assim, diz a agência, se esse atraso for de alguns anos, ficará impossível cumprir a meta de limitar o aumento das temperaturas globais em 2ºC.

No mês que vem, líderes de todo o mundo devem se reunir numa conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague, na Dinamarca, para tentar chegar a um acordo para limitar as emissões.

Freando o aquecimento

Há um consenso cada vez maior entre os países de que é necessário limitar o aumento das temperaturas globais em até 2ºC, acima do qual as mudanças climáticas podem se tornar imprevisíveis e irreversíveis. Mas ainda há grandes divergências sobre qual a maneira de se conseguir esse objetivo.

Para a AIE, "a cada ano que passe, a janela para ações sobre as emissões se torna mais estreita, e os custos de transformar o setor de energia aumentam".

"Um ingrediente crítico no sucesso dos esforços para prevenir as mudanças climáticas será a velocidade com que os governos ajam nos seus compromissos. A salvação do planeta não pode esperar", afirma a agência em seu relatório.

Segundo a AIE, se nada for feito para limitar as emissões e o aumento das temperaturas mundiais em 2ºC, os custos de adaptação do mundo aos efeitos do aquecimento global serão "várias vezes maiores" do que os custos dos investimentos para limitar as emissões.

"Os países que estarão na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas não devem perder isso de vista", recomenda o documento.

Investimento e demanda crescente aquecem o setor marítimo

Fonte: Redação
Data: 10/11/2009


A crescente demanda e a disponibilidade de recursos para investimento foram apontadas ontem pelo presidente da Petrobras Transporte (Transpetro), Sérgio Machado, como os atuais propulsores da indústria naval brasileira. Durante conferência na terceira edição da Niterói Fenashore, Machado apresentou os números que, segundo ele, fazem do Brasil um país do futuro no setor. Machado anunciou o lançamento em 2010 de seis petroleiros, dois deles produzidos no Rio de Janeiro e quatro em Pernambuco.


De acordo com o presidente da Transpetro, a indústria naval viveu durante anos uma crise que afetou a economia do setor e fez com que muita gente desacreditasse num possível ressurgimento. Em 2005, segundo ele, sob muitas críticas, foi lançado o edital que deu o pontapé inicial para a sua retomada. "Na época a descrença foi grande, afinal o Brasil era considerado o país do futuro. Hoje estamos vivendo este futuro e agora todos estão mais otimistas", afirmou Machado ao ressaltar que 95% do comércio nacional é realizado por navios.


Dados do governo federal mostram a pujança do setor. Em 2008 o país gastou 16 bilhões de dólares com transporte marítimo, superando em mais de 100% o montante de 7 bilhões de 2005. A descoberta do pré-sal, que trouxe uma grande expectativa na indústria, especialmente para as empresas fornecedoras de equipamentos, foi outro ponto lembrado pelo presidente da Transpetro, que mencionou a necessidade de se investir em logística. Segundo a Petrobras, em 2020 a produção do óleo chegará a seis milhões de barris/dia.


"Por conta desta necessidade é importante que falemos a mesma língua que o mundo todo fala quando se refere ao setor, que é da competência. E, neste contexto, não se pode deixar de fora o planejamento logístico, fundamental ao sucesso dos investimentos. Temos 7,5 quilômetros de costa e por isso o transporte marítimo é fundamental, além de ser um dos mais baratos. O que garante o sucesso dos investimentos é a competitividade", afirmou Machado. O Brasil já possui a quinta carteira de petroleiros do mundo e os investimentos públicos para os próximos anos superam a marca dos US$ 172 bilhões.

Pré-sal vai impulsionar conteúdo nacional no setor naval e offshore

Fonte: Redação
Data: 11/11/2009


O assessor de Exploração e Produção do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) Getúlio Leite, afirmou ontem, em conferência durante a Niterói Fenashore 2009, que o Brasil vai precisar investir nos próximos 20 anos cerca de US$ 170 bilhões para desenvolver a produção das áreas já licitadas no pré-sal, que correspondem a 13 bilhões de barris nos campos de Tupi, Iara e Guará.
O especialista, que participou do painel "Os Desafios do Conteúdo Local no Novo Ciclo de Investimentos", afirmou que as novas reservas do pré-sal trazem boas perspectivas para o aumento da participação do conteúdo nacional na indústria naval e offshore. Na opinião do assessor do IBP, o Brasil poderá se tornar um dos maiores produtores mundiais de petróleo, o que vai abrir um grande espaço para o desenvolvimento da indústria de peças, equipamentos e componentes.


Leite ressaltou ainda que o país precisa estabelecer uma política industrial estratégica que dê suporte à indústria nacional e garanta sustentabilidade aos fornecedores de bens e serviços. "A indústria naval e offshore precisa adotar mecanismos que fortaleçam as empresas nacionais com objetivo de tornar o parque industrial brasileiro competitivo globalmente, para atender à demanda de uma indústria de elevado conteúdo tecnológico", explicou Leite.


Ele lembrou que a abertura do mercado em 1997 e a realização das Rodadas de Licitações nos últimos dez anos levaram a uma expansão de investimentos no setor de petróleo e gás natural, revelando que as exigências de conteúdo local atuaram como um forte indutor da maior participação da indústria local fornecedora de bens e serviços. O especialista lembrou que apenas na 7ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 2005, houve a inclusão da cartilha e certificação do Conteúdo Local.


Já o vice-presidente do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), Raul Sanson, reforçou que o pré-sal deverá gerar cerca de 200 mil empregos até 2020. Para ele, o caminho para a expansão do setor naval e offshore passa pelo fortalecimento do conteúdo nacional. "Se as empresas do setor não valorizarem a participação do conteúdo local em toda a cadeia produtiva, não há possibilidade de aumentar o próprio consumo interno e movimentar o mercado nacional. As empresas perdem força e param de produzir e consumir petróleo e diesel, por exemplo", explicou Sanson.


O vice-presidente da Firjan lembrou ainda que quem mais gera emprego na indústria naval e offshore são os fabricantes de peças e equipamentos. Segundo ele, estas empresas geram até 10 vezes mais empregos do que os estaleiros, mas não têm visibilidade dentro da cadeia produtiva. "Um dos motivos que explicam por que a participação do conteúdo nacional ainda não está nos níveis desejados é que não há uma visão de toda a cadeia produtiva. Precisamos dar mais destaque para estas empresas que estão embaixo", ressaltou.


Ainda durante a conferência, o superintendente do Estaleiro Mauá, Ismael Brandão, afirmou que a empresa está se modernizando para ganhar competitividade no mercado internacional, implantando melhorias por meio da aquisição de novos equipamentos. Segundo ele, isso abre espaço para fornecedores nacionais. "O nosso objetivo é alavancar o índice de nacionalização na produção do estaleiro. Estamos trabalhando em pesquisas para mostrar de forma transparente os gargalos que impedem uma maior participação do conteúdo nacional na indústria", informou Brandão.


A terceira edição da Fenashore acontece até quinta-feira, em Niterói (RJ).

Jaqueta de Mexilhão embarcada

Por Maria Fernanda Romero
Fonte: Redação
Data: 23/10/2009


A jaqueta da plataforma PMXL-1, do gigantesco campo de Mexilhão, já está posicionada em uma balsa guindaste (BGL-2) no Estaleiro Mauá e deve seguir para locação, junto com os módulos (planta processo; processo e geração; e utilidades e acomodações), até o final de novembro. A plataforma, que vai operar até junho de 2010, irá receber também os gás de Tupi e de Uruguá-Tambaú.


O conjunto de empreendimentos vinculados a Mexilhão já consumiram em torno de 3 bilhões (incluindo os poços, a plataforma, os marítimos e terrestres e a UTGCA ampliada, sem computar Uruguá e Tambaú).

Localizada no Estaleiro Mauá, em Niterói, na Baia da Guanabara, a PMXL-1 será instalada a 140 km da costa, em águas rasas de 170 m de profundidade. A responsável pelo transporte e instalação da plataforma, estacas e módulos é a italiana Saipem, que tem contrato de US$ 70 milhões com a Petrobras. A obra dos módulos deve ser encerrada ainda este mês e a instalação da plataforma na locação deve ser realizada em dezembro. O contrato para a construção da plataforma de Mexilhão é o maior do gênero já realizado no Brasil.


O campo de Mexilhão está localizado no litoral de São Paulo, a cerca de 160 km da costa e em lâmina d'água que varia entre 320 m e 550 m.
Números:


- Campo de Mexilhão


• Produção diária: de 8 a 9 milhões de m3 de gás, no primeiro semestre de 2009
• Capacidade de produção: 15 milhões de m3 de gás/dia, produzidos entre 2010 e 2011
• Investimento: US$ 2 bilhões
• Altura da PMXL-1: 230 m de estrutura metálica, sendo 182 m a altura da jaqueta (a mais alta da América Latina)
• Gasoduto: 145 km, compreendendo dutos com diâmetro de 34"
• Profundidade dos poços de gás: Lâmina d'água entre 320 m e 550 m, estando os poços a cerca de 20 km da PMXL-1


- PMXL-1


• Produção de gás: 15 milhões de m3/dia
• Produção de condensado: 3,2 mil de m3/dia
• Altura da jaqueta:182 m LDA (maior já construída no Brasil)