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Câmara aprova a criação da Petro-Sal

BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados aprovou ontem o projeto de lei que autoriza o governo a criar a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S A - o primeiro do marco regulatório da exploração do petróleo da área do pré-sal. Foram 250 votos a favor e 67 contra. DEM, PSDB e P-SOL rejeitaram a proposta, por considerar a empresa " inútil " e " cabide de emprego " .


Considerada pelos governistas como " os olhos do governo no pré-sal " , a nova empresa pública será responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos localizados na nova província petrolífera. Caberá também a ela gerir os contratos para a comercialização do produto.

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Quarto poço confirma potencial de Tupi

Fonte: Agência Petrobras
Data: 13/11/2009
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A Petrobras concluiu a perfuração do quarto poço na área do plano de avaliação de Tupi e o resultado reforçou as estimativas do potencial de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal daquela área, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos.


O poço, denominado 3-BRSA-755A-RJS (3-RJS-662A), está localizado em profundidade de água de 2.115 metros, a cerca de 265 km da costa do Rio de Janeiro e 18 km a nordeste do poço descobridor 1-RJS-628 (1-BRSA-369), conhecido como Tupi.


Foi perfurada uma espessa seção (cerca de 250 metros) de reservatórios onde foi encontrado petróleo leve (cerca de 28º API), amostrado por testes em profundidades a partir de 4.900 metros. Está previsto para as próximas semanas o início dos testes de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios.


O Consórcio, formado pela Petrobras (65% - Operadora), BG Group (25%) e Galp (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, onde fica a área de Tupi, dará continuidade às atividades e investimentos previstos no plano de avaliação aprovado pela ANP. O plano prevê, além do teste de formação a ser realizado no referido poço, a perfuração de outros poços na área.

Pré-sal vai impulsionar conteúdo nacional no setor naval e offshore

Fonte: Redação
Data: 11/11/2009


O assessor de Exploração e Produção do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) Getúlio Leite, afirmou ontem, em conferência durante a Niterói Fenashore 2009, que o Brasil vai precisar investir nos próximos 20 anos cerca de US$ 170 bilhões para desenvolver a produção das áreas já licitadas no pré-sal, que correspondem a 13 bilhões de barris nos campos de Tupi, Iara e Guará.
O especialista, que participou do painel "Os Desafios do Conteúdo Local no Novo Ciclo de Investimentos", afirmou que as novas reservas do pré-sal trazem boas perspectivas para o aumento da participação do conteúdo nacional na indústria naval e offshore. Na opinião do assessor do IBP, o Brasil poderá se tornar um dos maiores produtores mundiais de petróleo, o que vai abrir um grande espaço para o desenvolvimento da indústria de peças, equipamentos e componentes.


Leite ressaltou ainda que o país precisa estabelecer uma política industrial estratégica que dê suporte à indústria nacional e garanta sustentabilidade aos fornecedores de bens e serviços. "A indústria naval e offshore precisa adotar mecanismos que fortaleçam as empresas nacionais com objetivo de tornar o parque industrial brasileiro competitivo globalmente, para atender à demanda de uma indústria de elevado conteúdo tecnológico", explicou Leite.


Ele lembrou que a abertura do mercado em 1997 e a realização das Rodadas de Licitações nos últimos dez anos levaram a uma expansão de investimentos no setor de petróleo e gás natural, revelando que as exigências de conteúdo local atuaram como um forte indutor da maior participação da indústria local fornecedora de bens e serviços. O especialista lembrou que apenas na 7ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 2005, houve a inclusão da cartilha e certificação do Conteúdo Local.


Já o vice-presidente do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), Raul Sanson, reforçou que o pré-sal deverá gerar cerca de 200 mil empregos até 2020. Para ele, o caminho para a expansão do setor naval e offshore passa pelo fortalecimento do conteúdo nacional. "Se as empresas do setor não valorizarem a participação do conteúdo local em toda a cadeia produtiva, não há possibilidade de aumentar o próprio consumo interno e movimentar o mercado nacional. As empresas perdem força e param de produzir e consumir petróleo e diesel, por exemplo", explicou Sanson.


O vice-presidente da Firjan lembrou ainda que quem mais gera emprego na indústria naval e offshore são os fabricantes de peças e equipamentos. Segundo ele, estas empresas geram até 10 vezes mais empregos do que os estaleiros, mas não têm visibilidade dentro da cadeia produtiva. "Um dos motivos que explicam por que a participação do conteúdo nacional ainda não está nos níveis desejados é que não há uma visão de toda a cadeia produtiva. Precisamos dar mais destaque para estas empresas que estão embaixo", ressaltou.


Ainda durante a conferência, o superintendente do Estaleiro Mauá, Ismael Brandão, afirmou que a empresa está se modernizando para ganhar competitividade no mercado internacional, implantando melhorias por meio da aquisição de novos equipamentos. Segundo ele, isso abre espaço para fornecedores nacionais. "O nosso objetivo é alavancar o índice de nacionalização na produção do estaleiro. Estamos trabalhando em pesquisas para mostrar de forma transparente os gargalos que impedem uma maior participação do conteúdo nacional na indústria", informou Brandão.


A terceira edição da Fenashore acontece até quinta-feira, em Niterói (RJ).

TUPI É VIÁVEL COM PETRÓLEO A US$ 35 !


Fonte: Gazeta, Infra-Estrutura

O gerente executivo de Exploração e Produção da Petrobras, José Miranda Formigli Filho, afirmou ontem, no Rio de Janeiro, que o desenvolvimento das atividades produtoras do projeto-piloto do campo de Tupi – o primeiro descoberto na camada pré-sal – é viável mesmo com o barril do petróleo custando US$ 35 no mercado internacional.

Renato Duque, diretor de serviços da estatal, lembrou ainda o fato de que a Petrobras investia em torno de US$ 5,8 bilhões por ano no período entre 2003 e 2005 e que hoje esses recursos chegam a US$ 19,5 bilhões por ano. “E isto sem considerar os investimentos que serão necessários para desenvolver ainda mais as atividades de exploração e produção da área do pré-sal. Uma vez incorporados os recursos necessários para explorar e produzir petróleo nos campos descobertos nessa região, os investimentos aumentarão em muito”, afirmou o diretor.

Opinião Nacional - Desafios do Pré-Sal


Opinião Nacional e conta com a presença dos especialistas da área do petroleo; Prof° Osvair Trevisan dir. do CEPETRO, John Forman, Ex-diretor da ANP, Mauro Andrade Gerente Senior da área de Petróleo da Deloitte, e Alfredo Renault Prof° de Engª Quimica de UFRJ.

O video tem duração de 53min e você pode ver clicado aqui


Espero que você gostem do material e façam bom uso.

Petrobrás lança site dedicado ao Pré-Sal

Petrobrás lançou um site exclusivo sobre o Pré-Sal, bem completo, abaixo segue algumas imagens do site, vale a pena visitar!




Revista TN Petróleo - Nas águas da Tecnologia





A revista TN Petróleo desse mês está imperdível, com reportagens excelentes. Abaixo você confere o que vai encontrar:


Entrevista Exclusiva

Proposta de modelo regulatório: as regras não são claras, com Marilda Rosado, doutora em Direito e Negócios do Petróleo, Gás e Energia

Especial: Indústria Naval

• Nas águas da tecnologia
• Estaleiro Rio Grande: com dois FPSOs na carteira
• Sob o olho da estatal
• A segunda onda
• Mapa dos principais estaleiros no Brasil
• A cor do sucesso
• Expansão do setor naval aquece siderurgia
• Formação de capital humano
• A inovação deve ser contínua
• Comissionamento inteligente

Dutos
• Por terra adentro e mar afora
• Pré-sal: desafios submersos
• Carbonodutos: via de mão dupla
• Gasodutos em expansão
• Conteúdo nacional
• Canteiro de obras em todo o país
• Dois séculos de história

Especial: Brasil e Noruega
• Os vikings chegam ao Brasil
• O modelo norueguês
• NorSkan: Experiência consolidada
• StatoilHydro: Uma companhia internacional
• Aker Solutions: Suporte total
• Outras empresas

Campo de Tupi e suas características?



Olá, Boa Noite a todos!
Como foram as provas? Notei que o blog deu uma queda nas visitas, acho que as provas estão pegando rsrs. As minhas terminaram ontem, e foi uma loucura, provas, trabalhos e etc, e ainda tirando tempo para postar no blog.
Sempre pesquisando e procurando matérias interessantes para colocar no blog, isso tudo para trazer sempre o melhor para o público do Tecnopeg. E numa leituras, achei algo interessante:
Hoje é impossível falar de petróleo e não nos remeter ao pré-sal e quando se fala em pré-sal, o que primeiro à mente? Campo de Tupi não é mesmo? É inevitável falar do Pré-sal e não falar de Tupi. Todos sabem de cor os benefícios políticos e econômicos que essa reserva trará! Mas alguém sabe dizer quais são suas características técnicas? Pouco se fala pela web das características técnicas deste grandioso campo, pelo menos quase não tenho visto mas nós como "técnicos" do assunto, afinal de contas estamos estudando para isso, devemos saber esse lado técnico. Por isso esta noite trago esse trecho que encontrei numa notícia da TN Petróleo, algumas características do mesmo, para efeito de conhecimento técnico.
O petróleo de Tupi é classificado como parafínico e de acordo com o fator de caracterização do Bureau of Mine, com grau API de 29,2 equivalente a uma densidade de 0,877. Quanto ao teor de enxofre, este petróleo é classificado como de baixo teor - quanto menor, mais fácil o atendimento às especificações futuras, cada vez mais rígidas para todos os derivados e principalmente nafta e diesel. Além disso, o petróleo do Campo de Tupi tem baixa acidez naftênica e boa rentabilidade, pois não gera óleo combustível que é o produto de menor valor agregado.

O reservatório de tupi está a mais de 3.000 metros sob o fundo do mar, abaixo de 2000 metros de sal, em águas onde a profundidade é de 2.140 metros a uma distância de 300 km do litoral paulista. Dentro deste contexto, Tupi representa uma nova realidade para o Brasil e para a Petrobrás. Os volumes recuperáveis da área de Tupi estão estimados entre 5 a 8 bilhões de barris de petróleo do tipo alta qualidade, ou seja petróleo leve, além de gás natural.


Para ver a notícia completa, CLIQUE AQUI.

Como usar o dinheiro do pré-sal?



A Noruega, terceira maior exportadora de petróleo do mundo, é um bom exemplo de como transformar a abundância de recursos naturais em um padrão de vida melhor para a população

José Antonio Lima

A divulgação do marco regulatório da exploração de petróleo da camada pré-sal, feita na segunda-feira (31), levantou uma enorme polêmica. O governo defende o modelo de partilha, no qual o Estado tem maior participação nos negócios, enquanto a oposição e empresários desejam manter o atual sistema de concessão, com mais espaço para o setor privado. Seja qual for o formato escolhido, se o potencial da província do pré-sal for confirmado – o que ainda não ocorreu – nos próximos anos o Brasil pode ficar diante de uma receita de grande monta e inédita para os padrões nacionais. Neste cenário, cabe uma óbvia questão: como o dinheiro do pré-sal será administrado e utilizado?

Um bom exemplo de como lidar com a sorte geológica vem da Noruega. O país escandinavo descobriu grandes jazidas de petróleo e gás natural em 1969 e começou a produzir em 1971. Apesar de as reservas não estarem nem entre as dez maiores existentes, os poços noruegueses têm alta produtividade e hoje o país é o terceiro maior exportador de petróleo do mundo, atrás apenas da Arábia Saudita e da Rússia. E a renda do setor representa cerca de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) norueguês. No caminho percorrido para se tornar uma potência energética, a Noruega conseguiu transformar a abundância de recursos naturais em melhores condições de vida para sua população, ao contrário de países do Oriente Médio e da África, e outros como Rússia, Bolívia e Venezuela. Enquanto muitos desses países vivem sob governos autoritários e regimes instáveis, os noruegueses desfrutam hoje de um dos mais altos padrões de vida do mundo.

O que permitiu à Noruega ser hoje uma referência neste aspecto foi a criação, em 1990, de um fundo no qual a renda oriunda da exploração do petróleo é depositada. Apenas os rendimentos são usados pelo governo, enquanto o valor bruto fica aplicado no exterior em títulos e ações com baixo risco, uma espécie de “poupança” para as futuras gerações. No fim de 2007, a conta já estava em US$ 373 bilhões, equivalente ao PIB do país.

No Brasil, o plano inicialmente divulgado pelo governo consiste em um sistema parecido, por meio do qual os rendimentos seriam usados em cinco áreas prioritárias – educação, combate à pobreza, ciência e tecnologia, meio ambiente e cultura. “Não podemos perder uma oportunidade histórica como essa”, diz Hélder de Queiroz Pinto Junior, professor do Grupo de Economia da Energia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “A ideia do fundo nasce da percepção de que a aplicação dos royalties do petróleo que o Brasil já produz não foi feita da forma correta”, afirma. Nos últimos anos, inúmeros municípios brasileiros viram seus orçamentos reforçados pela renda do petróleo, mas isso não representou melhorias nos indicadores sociais, como mostra a reportagem de capa de ÉPOCA nesta semana. No âmbito federal, boa parte do dinheiro entrou no bolo do superávit primário – a economia feita pelo governo para pagar a dívida. Se o mesmo processo ocorrer com o pré-sal, a renda do petróleo pode ser desperdiçada sem trazer qualquer benefício para a população.

A entrada de petrodólares no Brasil também pode representar um risco para a economia do ponto de vista macroeconômico, pois a valorização do câmbio tiraria a competitividade de outros setores da indústria nacional, com potencial até de inviabilizar alguns deles. Esse fenômeno, comum em países ricos em recursos naturais, ficou conhecido como a “doença holandesa”. E é para evitá-la que o dinheiro dos fundos deve ser aplicado no exterior, como faz a Noruega. Isso impede um impacto negativo na economia e protege o país de futuros déficits fiscais causados pelo envelhecimento da população de pouco menos de 5 milhões de pessoas. Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), esse formato é um modelo a ser seguido. Além da gestão de alto nível, há muita transparência. O Ministério das Finanças, dono do fundo, divulga regularmente quais são os objetivos a curto e longo prazo. O Banco Central, operador do fundo, publica os resultados dos investimentos trimestral e anualmente. Os ministérios do Meio Ambiente e da Pesca vigiam a exploração da natureza. E o Stortinget, o Parlamento, fiscaliza tudo.

Fundos desse tipo são uma ferramenta para garantir a boa gestão da nova receita e evitar o desastre da degradação da indústria nacional. Mas o dinheiro do pré-sal, se realmente chegar em grandes quantidades, não pode ser encarado como uma panaceia para curar todas as mazelas de um país que tem sua história de cinco séculos marcada pela injustiça social. Para o fundo virar realidade, ainda deverá ser debatido e aprovado pelo Congresso, que terá de definir as diretrizes de administração e aplicação do dinheiro. Para que funcione de forma eficiente, também é necessária a participação ativa dos Legislativos, nos três níveis de governo. São eles que devem fiscalizar a forma como o Executico usa os recursos, como na Noruega. E neste aspecto o Brasil precisa percorrer um longo caminho.

No Índice de Percepção da Corrupção publicado anualmente pela ONG Transparência Internacional, o Brasil aparece apenas no 80º lugar (a Noruega é a 14ª); a Petrobras, a estatal do petróleo, é investigada por supostas irregularidades em uma CPI no Senado; o Congresso vive sob a sombra do patrimonialismo, do nepotismo e cercado de escândalos; e administrações atuais carregam a péssima experiência de gastar o dinheiro do petróleo da forma errada. “Só fortalecendo os mecanismos de controle externo, zelando pela máxima transparência e capacitando órgãos como os Tribunais de Contas o Brasil vai ter sucesso com o pré-sal”, diz Pinto Júnior, da UFRJ. Por esse ponto de vista, parece positivo o fato de que a produção nas águas profundas só deva chegar ao auge em 2020. Mas são os políticos – e a sociedade de 2009 – que decidirão como ela será aproveitada.

Para ver a matéria, clique aqui

Pré-sal e o novo Marco Regulatório



Atualmente na indústria do Petróleo e na mídia não sei se fala de outra coisa se não o famoso marco regulatório e o pré-sal. Mas o que ele realmente vai trazer de mudança e consequencias para nós?

Para falar a verdade, quem é não ficou confuso com essa história toda?


Após alguns anos de trabalho, a partir da elaboração do Executivo Federal, foram apresentados quatro projetos de leis:

Altera a Política energética, transforma a sociedade de economia mista PETROBRAS em empresa pública e cria o Fundo Social Soberano para destinação das receitas oriundas da exploração e produção do petróleo.


Dispõe sobre o regime de partilha de produção a ser adotado em áreas do pré-sal e em áreas estratégicas, altera a Lei 9.478/97 e prevê a participação mínima da PETROBRAS em todos os blocos do pré-sal.


Autoriza a criação de uma empresa pública denominada de PETRO-SAL para gestão dos contratos de partilha de produção e comercialização de petróleo.


Autoriza a União a ceder onerosamente à PETROBRAS, dispensada de licitação, as atividades de exploração e produção de petróleo e autoriza a União a integralizar ações do capital social da PETROBRAS em títulos da dívida pública federal.


OBS.: Clique nos links para obtê-los na íntegra.


Se você quiser ficar por dentro do pré-sal e dessa legislação toda que está por trás disso, segue abaixo dois links que merecem atenção:


Pré-Sal:

Veja Agosto - A exploração do Pré-Sal

Matéria publicada pela Revista Veja de Agosto, falando sobre o famoso óleo do Pré-Sal.
Clique AQUI para baixar

Revista TN Petróleo nº 61 - A revolução do Pré-Sal


Clique AQUI

Exploração de Petróleo nos sedimentos do pré-sal



Texto muito interessante para nos ajudar a entender mais sobre os desafios do pré-sal.




Clique AQUI

Perguntas e Respostas sobre o Pré-Sal



Arquivo muito interessante, cedido pelo Professor Renato Silveira da UNESA, que nos tira muitas dúvidas sobre o tão falado PRÉ-SAL.

Clique AQUI

Apresentação do Pré-Sal


Amigos Leitores e amantes da indústria de Petróleo e Gás, segue para download esse material muito rico cedido gentilmente pelo nosso amigo Paulo César Oliveira

Esse material é a apresentação do Pré-Sal que foi mostrada na "Audiência Pública na Câmara dos Vereadores de Angra dos Reis".

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
Fica aí a dica.

Mandem sugestões, críticas, se tiverem algum material para postar, mande um e-mail para contato@trabalheembarcado.com.br

Para Entender o Pré-Sal - Clube Militar



Não é preciso dizer que o Pré-Sal é a onda do momento quando se fala em Petróleo, e se você não buscou saber sobre ele saiba que está atrasado e perdendo espaço no mercado. Muito já se falou, através de palestras, apresentações e etc, já li muito a respeito e inclusive já coloquei aqui no blog algumas coisas. Mas de todos os arquivos que já li, não encontrei algo tão completo como essa palestra no Clube Militar no qual mencionei aqui no blog. Aqueles que não puderam ir, definitivamente perdeu, eu não pude ir devido ao trabalho mas o amigo Tecnólogo André Costa através do seu blog disponibilizou a apresentação do mesmo, ele aborda tanto a parte geológica, de como é, como foi criado até a importância para a economia do Brasil. Segue abaixo o link para download.


Boletim SBGf - Geofísica aplicada ao Petróleo


Desafios e Oportunidades Tecnológicas do Pré-Sal



Tanto fala-se do Pré-Sal e o bom profissional da área de Petróleo deve ter na ponta da língua o que é, quais as vantagens que trará , seus desafios tecnólogicos e de gestão e etc. Por isso trago esse material muito bom que achei no google.




Quer saber mais sobre o Pré-Sal?
Então não deixe de conferir nossa seção especialmente para o Pré-Sal


Revista P&S - Pré-sal: A hora da verdade

Completação de Poços Submarinos - Visão Geral e Pré-Sal




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